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Casos de uso

A maior parte dos workflows de equipa de software acaba por cair em meia dúzia de padrões — alguém faz um PR e precisa de o auditar; alguém vai escrever código sensível e quer fazê-lo grounded num manual; alguém arranca um repo novo e quer alinhamento desde o início. Em vez de reinventar o uso do MCP a cada vez, esta secção junta seis receitas testadas, cada uma já pensada em torno do que tipicamente se quer.

Cada receita tem o mesmo esqueleto:

  • Quando aplicar — sinal de gatilho para o agente
  • Sequência de chamadas MCP — tools, resources, prompts na ordem correcta
  • Disciplina de output — formato, IDs a citar, anti-patterns a evitar
  • Skill / subagent filesnippet pronto a guardar no cliente

Escolhe pelo caso que mais se parece com o que tens em mãos hoje:


Como ler cada receita

💡 O caso Agentic SDLC via MCP é a vista operacional do processo agentic ponta-a-ponta (cross-check transversal). São acoplados mas separados — a vista regulatória vive no cross-check, a vista de uso do MCP vive aqui.

Cada página segue a mesma estrutura:

  1. Cenário — uma situação concreta em prosa.
  2. Pré-requisitosrisk level + role + skill instalada.
  3. Fluxo — sequência de chamadas MCP (com input/output esperado).
  4. Disciplina de output — formato do relatório final + rótulos epistémicos.
  5. Skill / subagent snippet — texto pronto a guardar (.claude/skills/..., .github/copilot-instructions.md, …).
  6. Anti-patterns — o que não fazer.

Atalhos por risk level

Risk levelCasos típicos prioritários
L1Bootstrap de governança · Onboarding
L2Auditoria de PR · Codegen grounded · Threat modeling
L3Todos os anteriores + Cross-check normativo

Atalhos por role

RoleCaso de uso prioritário
developerCodegen grounded
appsec-engineerAuditoria de PR · Threat modeling
arquitetos-softwareThreat modeling
grc-compliance / auditoresCross-check normativo · Bootstrap de governança
scrum-masterOnboarding