Anexo Técnico - Aplicação do SbD-ToE ao Pipeline CI/CD
Regras formais para permitir exceções no pipeline, com registo, aprovação, prazo de validade e visibilidade por função.
Regras formais para permitir exceções no pipeline, com registo, aprovação, prazo de validade e visibilidade por função.
Diagramas de referência da arquitectura de medição SbD-ToE - cascata de camadas, mapeamento capítulo-dimensão, e funil de adoptabilidade.
Instrumento de avaliação de adopção do modelo SbD-ToE - 96 pontos de verificação organizados por domínio e nível de risco, derivados das políticas organizacionais. Responde à pergunta "esta equipa/organização está a fazer SbD-ToE?" e serve como ferramenta de auto-avaliação, auditoria interna e requisito contratual.
Regras formais para permitir exceções no pipeline, com registo, aprovação, prazo de validade e visibilidade por função.
Especificidades da gestão de excepções no contexto de pipelines CI/CD - bypass de gates, visibilidade e métricas
Especificidades da gestão de excepções no contexto de Infraestrutura como Código - policy engines, enforcement e TTL
Práticas prescritivas de governação, validação e controlo de módulos reutilizáveis em IaC, garantindo segurança, proveniência e rastreabilidade.
Oito indicadores-chave de risco para reporte ao CISO, direcção e board. Foco em exposição a risco e capacidade de resposta, agregando os indicadores técnicos dos domínios SbD-ToE numa leitura executiva accionável.
Práticas de codificação segura, curadoria e seleção de guidelines, validação automatizada e governação durante o desenvolvimento
Orientação para organizações potencialmente enquadradas simultaneamente por DORA e NIS2
Orientação para organizações potencialmente enquadradas simultaneamente por DORA e NIS2
Estratégias de planeamento e controlo para garantir uma adoção eficaz e auditável das práticas de segurança em Infraestrutura como Código.
Política organizacional que define os requisitos para a definição, recolha, análise e reporte de KPIs de governação de segurança, incluindo categorias de métricas, cadência de reporting, responsabilidades, thresholds de intervenção e integração com frameworks de maturidade (SAMM, SSDF), proporcional ao nível de criticidade (L1, L2, L3).
Recomendações reforçadas para organizações com elevada maturidade ou requisitos normativos exigentes
Estratégias prescritivas de validação, evidência e controlo para garantir uma adoção segura, auditável e verificável de Infraestrutura como Código.