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Requisitos aplicáveis: Sistema de IA de risco elevado (AI Act)

Esta página junta, para o contexto CTX-AIA-RE, a selecção base do Manual por nível e os pisos que o regime eleva, cada um com a obrigação que o fundamenta. Um contexto nunca baixa um mínimo do Manual.

Quando se aplica​

O sistema de IA é de risco elevado nos termos do art. 6.º (com a qualificação jurídica anexada à declaração). Os pisos sem grau aplicam-se a sistemas de risco elevado; o grau ART50 declara-se também sozinho, para sistemas só abrangidos pelo art. 50.º. Nível L3 não equivale a risco elevado. Declara-se por aplicação.

Reg. (UE) 2024/1689, art. 6.º, n.os 1 a 3: «os sistemas de IA a que se refere o anexo III são também considerados de risco elevado»

Graus​

  • ART50 — Abrangido pelo art. 50.º (transparência) (declarável sozinho). Sistema de IA abrangido pelas obrigações de transparência do art. 50.º (interacção directa com pessoas singulares, conteúdo sintético, reconhecimento de emoções ou categorização biométrica, falsificações profundas), seja ou não de risco elevado.

Pisos do contexto​

PisoAlvoGrauPiso exigidoÂmbitoBase legalJustificação de não aplicabilidade
CTX-AIA-RE-P01OPS-011—obrigatório—Reg. (UE) 2024/1689, art. 12.º, n.os 1 e 2: «Os sistemas de IA de risco elevado devem permitir tecnicamente o registo automático de eventos («registos») durante a vida útil do sistema.» (AIA-12-1, AIA-12-2)não admitida
CTX-AIA-RE-P02OPS-012—obrigatórioQuando o sistema inclui agentes de IA com invocação de ferramentas.Reg. (UE) 2024/1689, art. 12.º, n.os 1 e 2: «Os sistemas de IA de risco elevado devem permitir tecnicamente o registo automático de eventos («registos») durante a vida útil do sistema.» (AIA-12-1, AIA-12-2)admitida
CTX-AIA-RE-P03OPS-003—obrigatório; retenção dos registos gerados automaticamente ≥ 6 meses («de pelo menos seis meses»)Sem excepção abaixo do piso legal; aplica-se aos registos sob controlo do prestador ou do responsável pela implantação.Reg. (UE) 2024/1689, art. 19.º, n.º 1, e art. 26.º, n.º 6: «os registos devem ser conservados por um período adequado à finalidade prevista do sistema de IA de risco elevado, de pelo menos seis meses» (AIA-19-1, AIA-26-6)não admitida
CTX-AIA-RE-P04THR-008—obrigatório—Reg. (UE) 2024/1689, art. 15.º, n.º 5: «Os sistemas de IA de risco elevado devem ser resistentes a tentativas de terceiros não autorizados de alterar a sua utilização, os seus resultados ou seu desempenho explorando as vulnerabilidades do sistema.» (AIA-15-5)não admitida
CTX-AIA-RE-P05ARC-014—obrigatório—Reg. (UE) 2024/1689, art. 15.º, n.º 5: «Os sistemas de IA de risco elevado devem ser resistentes a tentativas de terceiros não autorizados de alterar a sua utilização, os seus resultados ou seu desempenho explorando as vulnerabilidades do sistema.» (AIA-15-5)não admitida
CTX-AIA-RE-P06DEP-011—obrigatório—Reg. (UE) 2024/1689, art. 15.º, n.º 5: «Os sistemas de IA de risco elevado devem ser resistentes a tentativas de terceiros não autorizados de alterar a sua utilização, os seus resultados ou seu desempenho explorando as vulnerabilidades do sistema.» (AIA-15-5)não admitida
CTX-AIA-RE-P07DEP-012—obrigatório—Reg. (UE) 2024/1689, art. 15.º, n.º 5: «Os sistemas de IA de risco elevado devem ser resistentes a tentativas de terceiros não autorizados de alterar a sua utilização, os seus resultados ou seu desempenho explorando as vulnerabilidades do sistema.» (AIA-15-5)não admitida
CTX-AIA-RE-P08ARC-014—obrigatórioSupervisão humana em qualquer nível, com interface que permita a quem supervisiona compreender as capacidades e limitações do sistema, detectar anomalias, interpretar o resultado, decidir não o usar ou anulá-lo e parar o sistema; medidas proporcionais aos riscos, à autonomia e ao contexto; quem supervisiona é advertido para o enviesamento da automatização.Reg. (UE) 2024/1689, art. 14.º, n.os 1 a 4: «ser eficazmente supervisionados por pessoas singulares durante o período em que estão em utilização» (AIA-14-1, AIA-14-2, AIA-14-3, AIA-14-4)não admitida
CTX-AIA-RE-P09THR-008ART50obrigatórioSistemas que geram ou manipulam imagem, vídeo ou áudio realistas, em qualquer nível: o threat model cobre a utilização indevida razoavelmente previsível do conteúdo gerado, e as salvaguardas são avaliadas com red-team e testes de segurança de conteúdo.Reg. (UE) 2024/1689, art. 5.º, n.º 1, als. b-A) e b-B), e n.º 1-A (Reg. (UE) 2026/1744): «medidas técnicas de segurança razoáveis e adequadas e de outras garantias para prevenir de forma segura essa geração ou manipulação» (AIA-5-1-b-A, AIA-5-1-b-B, AIA-5-1A)admitida
CTX-AIA-RE-P10ARC-014ART50obrigatórioSistemas que geram ou manipulam imagem, vídeo ou áudio realistas, em qualquer nível: filtros e classificadores de segurança de conteúdo na entrada e na saída, e correcção da utilização indevida observada ou assinalada.Reg. (UE) 2024/1689, art. 5.º, n.º 1, als. b-A) e b-B), e n.º 1-A (Reg. (UE) 2026/1744): «medidas técnicas de segurança razoáveis e adequadas e de outras garantias para prevenir de forma segura essa geração ou manipulação» (AIA-5-1-b-A, AIA-5-1-b-B, AIA-5-1A)admitida
CTX-AIA-RE-P11ARC-009—obrigatórioEm qualquer nível, o limiar de alteração significativa distingue as alterações predeterminadas (declaradas antecipadamente na documentação técnica, p. ex. aprendizagem contínua dentro de limites) das modificações substanciais; cada alteração é classificada e a classificação fica registada; uma modificação substancial é sinalizada para nova avaliação da conformidade; os registos permitem identificar situações de risco e modificações substanciais.Reg. (UE) 2024/1689, art. 43.º, n.º 4, art. 12.º, n.º 2, e anexo IV, ponto 2, al. f): «devem ser sujeitos a um novo procedimento de avaliação da conformidade caso sejam substancialmente modificados» (AIA-43-4, AIA-AnxIV-2-f, AIA-12-2)não admitida

ART50. O grau ART50 recebe os pisos CTX-AIA-RE-P09 e CTX-AIA-RE-P10 (salvaguardas de segurança de conteúdo em geradores de imagem, vídeo ou áudio realistas, art. 5.º, n.º 1-A) e os acrescentos CTX-AIA-RE-R01 (informar) e R02 (marcar conteúdo sintético).

Requisitos acrescentados pelo regime​

Estes requisitos só fazem sentido sob o regime e por isso não vivem nos catálogos do Manual; definem-se aqui, com a base legal de cada um.

RequisitoNomeCritério de aceitaçãoBase legal
CTX-AIA-RE-R01Informar que se interage com IAAs pessoas que interagem directamente com o sistema são informadas de que estão a interagir com um sistema de IA, salvo se for óbvio pelo contexto; as pessoas expostas a reconhecimento de emoções ou a categorização biométrica são informadas desse funcionamento; o conteúdo de imagem, áudio ou vídeo que constitua falsificação profunda é divulgado como gerado ou manipulado. A informação é clara e perceptível, dada o mais tardar na primeira interacção ou exposição, e cumpre os requisitos de acessibilidade; a presença do aviso é verificada em teste.Reg. (UE) 2024/1689, art. 50.º, n.os 1, 3, 4 (1.º parágrafo) e 5: «de forma clara e percetível o mais tardar aquando da primeira interação ou exposição» (AIA-50-1, AIA-50-3, AIA-50-4-a, AIA-50-5)
CTX-AIA-RE-R02Marcação de conteúdo sintéticoOs resultados de áudio, imagem, vídeo ou texto gerados ou manipulados pelo sistema são marcados num formato legível por máquina e detectáveis como artificiais (p. ex. metadados de proveniência, credenciais de conteúdo, marca de água), com uma solução eficaz, interoperável e sólida na medida do tecnicamente viável; a marcação é verificada em teste e não é removida pelos passos seguintes do pipeline; as excepções do art. 50.º, n.º 2 (apoio à edição normalizada, sem alteração substancial dos dados de entrada) ficam registadas.Reg. (UE) 2024/1689, art. 50.º, n.º 2, e art. 111.º, n.º 4: «sejam marcados num formato legível por máquina e detetáveis como tendo sido artificialmente gerados ou manipulados» (AIA-50-2, AIA-111-4)
CTX-AIA-RE-R03Informar e explicar às pessoas afectadasQuando um sistema de IA de risco elevado do anexo III apoia decisões sobre pessoas singulares: as pessoas são informadas de que estão sujeitas à sua utilização; a aplicação regista, por decisão, o resultado do sistema e os principais elementos que o determinaram (OPS-011), de modo a poder dar à pessoa afectada explicações claras e pertinentes sobre o papel do sistema e os principais elementos da decisão. Quando a decisão é exclusivamente automatizada e há dados pessoais, aplica-se também CTX-RGPD-R05.Reg. (UE) 2024/1689, art. 26.º, n.º 11, e art. 86.º, n.º 1: «explicações claras e pertinentes sobre o papel do sistema de IA no processo de tomada de decisão e sobre os principais elementos da decisão tomada» (AIA-26-11, AIA-86-1)
CTX-AIA-RE-R04Plano de acompanhamento pós-comercializaçãoQuando a organização é o prestador: plano de acompanhamento pós-comercialização por sistema, integrado na documentação técnica (anexo IV, ponto 9), que nomeia os sinais recolhidos em produção (OPS-011) e os fornecidos pelos responsáveis pela implantação, os critérios de desempenho contra os quais são analisados, a cadência e o responsável da análise, e os gatilhos para acção correctiva (rollback, reclassificação, revisão do threat model, notificação de incidente grave); a análise é activa e sistemática ao longo da vida útil e inclui, se for caso disso, a interacção com outros sistemas de IA. As métricas de desvio do modelo ficam pendentes da ronda AISVS/SAIF do AppSec Core.Reg. (UE) 2024/1689, art. 72.º, n.os 1 a 3, e anexo IV, ponto 9: «O sistema de acompanhamento pós-comercialização deve basear-se num plano de acompanhamento pós-comercialização» (AIA-72-1, AIA-72-2, AIA-72-3, AIA-AnxIV-9)

Como se lê a lista​

Legenda: ✔ selecção base do nível; ▲ elevado ou acrescentado pelo regime (aplica-se pelo regime; se o componente não existir, exige justificação documentada de não aplicabilidade); — não seleccionado.

Regra de activação. Requisitos efectivos = selecção técnica ∪ elevados ∪ acrescentados. Os ids de origem «base» só entram se a selecção técnica (contexto técnico da aplicação) os activar. Um id elevado ou acrescentado sem activação técnica não cai em silêncio: entra marcado «aplica-se pelo regime; se o componente não existir, exige justificação documentada de não aplicabilidade» (modelo do Reg. de Execução (UE) 2024/2690, art. 2.º).

Lista de requisitos — contexto (sem grau)​

RequisitoNomeL1L2L3Pisos
CLA-001Classificação formal segundo o modelo de eixos de risco✔✔✔—
CLA-002Aprovação proporcional ao nível de risco atribuído✔✔✔—
CLA-003Activação de controlos base determinada pela classificação✔✔✔—
CLA-004Critérios de reclassificação documentados e monitorizados✔✔✔—
CLA-005Ciclo periódico de revisão de classificação diferenciado por nível✔✔✔—
CLA-006Reavaliação de classificação após evento de mudança significativa✔✔✔—
CLA-007Risco residual com compensação formalizada, owner e TTL—✔✔—
CLA-008Inventário de aplicações actualizado e acessível para auditoria✔✔✔—
AUT-001MFA obrigatório—✔✔—
AUT-002Política de passwords✔✔✔—
AUT-003Protecção contra brute force✔✔✔—
AUT-004Revogação activa de sessões✔✔✔—
AUT-005Expiração automática de sessão✔✔✔—
AUT-006Proibição de credenciais em claro✔✔✔—
AUT-007Suporte a autenticação federada—✔✔—
AUT-008Step-up para acções sensíveis—✔✔—
AUT-009Reautenticação para alterações críticas✔✔✔—
AUT-010Alerta de acessos suspeitos—✔✔—
AUT-011Sem credenciais por defeito✔✔✔—
AUT-012Autenticadores criptográficos e biometria local✔✔✔—
AUT-013Gestão e recuperação dos factores de autenticação✔✔✔—
ACC-001Controlo de acesso RBAC✔✔✔—
ACC-002Princípio do menor privilégio✔✔✔—
ACC-003Bloqueio e auditoria de acessos ilegítimos✔✔✔—
ACC-004Separação de perfis✔✔✔—
ACC-005Controlo de acesso a APIs e serviços✔✔✔—
ACC-006Protecção de recursos sensíveis✔✔✔—
ACC-007Validação do modelo de acesso—✔✔—
ACC-008Revogação em tempo real✔✔✔—
ACC-009Autorização baseada em atributos (ABAC)——✔—
ACC-010Revisão periódica de permissões✔✔✔—
LOG-001Registo de eventos críticos✔✔✔—
LOG-002Atributos mínimos em logs✔✔✔—
LOG-003Protecção de integridade e acesso aos logs✔✔✔—
LOG-004Análise periódica de logs—✔✔—
LOG-005Retenção mínima dos logs✔✔✔—
LOG-006Envio para sistema centralizado—✔✔—
LOG-007Classificação e detecção de anomalias—✔✔—
LOG-008Alarme em falhas do mecanismo de logging—✔✔—
LOG-009Logs suportam resposta a incidentes—✔✔—
LOG-010Logging de eventos críticos de negócio——✔—
SES-001Expiração automática por inactividade✔✔✔—
SES-002Logout manual e após alteração de credenciais✔✔✔—
SES-003Identificadores de sessão imprevisíveis✔✔✔—
SES-004Transmissão segura dos tokens✔✔✔—
SES-005Ligação da sessão ao contexto do cliente—✔✔—
SES-006Revogação explícita da sessão✔✔✔—
SES-007Prevenção de sessões long-lived—✔✔—
SES-008Scope, TTL e revogação de tokens JWT—✔✔—
VAL-001Validação geral de entradas externas✔✔✔—
VAL-002Uso de whitelists em vez de blacklists✔✔✔—
VAL-003Validadores de esquema (JSON/XML schema)—✔✔—
VAL-004Sanitização contra injecções✔✔✔—
VAL-005Validação antes do uso interno✔✔✔—
VAL-006Mensagens de erro seguras na validação✔✔✔—
VAL-007Testes automáticos contra entradas maliciosas—✔✔—
VAL-008Codificação/escaping de output em renderização (anti-XSS)✔✔✔—
FIL-001Limite de tamanho processável por upload✔✔✔—
FIL-002Validação de tipo por conteúdo, não só por extensão✔✔✔—
FIL-003Tratamento seguro de arquivos comprimidos—✔✔—
FIL-004Quota de armazenamento por utilizador—✔✔—
FIL-005Armazenamento fora da árvore servida, com nomes gerados✔✔✔—
FIL-006Serving de ficheiros em contexto inerte—✔✔—
FIL-007Rastreio anti-malware de ficheiros de origem não confiável—✔✔—
FIL-008Limite de dimensão de imagens (pixel flood)—✔✔—
ERR-001Erros não expõem dados sensíveis✔✔✔—
ERR-002Mensagens genéricas no cliente✔✔✔—
ERR-003Não revelar existência de recursos✔✔✔—
ERR-004Mensagens localizadas e seguras✔✔✔—
ERR-005Gestão padronizada e centralizada—✔✔—
ERR-006Testes automáticos para erros excessivos—✔✔—
ERR-007Logs de erro com contexto pseudonimizado—✔✔—
CFG-001Debug e flags desactivados em produção✔✔✔—
CFG-002Separação de ambientes com validação automática✔✔✔—
CFG-003Ausência de parâmetros hardcoded✔✔✔—
CFG-004Configuração externa com permissões controladas✔✔✔—
CFG-005Validação de configuração no arranque—✔✔—
CFG-006Uso de cofres e gestão segura de segredos—✔✔—
CFG-007Monitorização de drift de configuração——✔—
ENC-001Encriptação de todas as comunicações em trânsito✔✔✔—
ENC-002Encriptação de dados sensíveis em repouso—✔✔—
ENC-003Algoritmos e configurações criptográficas robustas—✔✔—
ENC-004Hashing adaptativo de passwords✔✔✔—
ENC-005Mascaramento de dados sensíveis em logs, outputs e respostas API✔✔✔—
ENC-006Detecção e prevenção de segredos expostos em repositórios✔✔✔—
ENC-007Ciclo de vida de chaves, segredos e certificados—✔✔—
ENC-008Prevenção de caching de dados sensíveis no cliente—✔✔—
ENC-009Integridade verificável de dados críticos——✔—
PRI-001Minimização dos dados pessoais recolhidos✔✔✔—
PRI-002Retenção de dados pessoais com prazo e apagamento efectivo✔✔✔—
PRI-003Capacidade técnica de acesso, rectificação, apagamento e exportação a pedido✔✔✔—
PRI-004Registo de finalidade e destinatários por conjunto de dados pessoais—✔✔—
PRI-005Conceito documentado e aplicado de PII em registos—✔✔—
PRI-006Gestão técnica do consentimento e das preferências de oposição✔✔✔—
PRI-007Privacidade por defeito nas definições voltadas ao utilizador✔✔✔—
API-001Autenticação e autorização de chamadas API✔✔✔—
API-002Endpoints desnecessários removidos ou ocultos✔✔✔—
API-003Validação de input em APIs✔✔✔—
API-004Rate limiting e detecção de abusos—✔✔—
API-005Protecção por TLS e certificados actualizados✔✔✔—
API-006Verificação de SDKs e wrappers utilizados✔✔✔—
API-007Logging e auditoria de chamadas externas—✔✔—
INT-001Validação de mensagens entre sistemas✔✔✔—
INT-002Autenticação mútua ou tokens seguros✔✔✔—
INT-003Transmissão cifrada com TLS✔✔✔—
INT-004Proibição de protocolos inseguros✔✔✔—
INT-005Assinatura e integridade de mensagens—✔✔—
INT-006Validação cruzada de origem e destino—✔✔—
INT-007Monitorização e detecção de padrões anómalos——✔—
INT-008Revisão de segurança e contrato em integrações——✔—
INT-009Consumidores idempotentes—✔✔—
INT-010Fila de mensagens mortas com tratamento e alarme—✔✔—
INT-011Protecção contra replay de mensagens—✔✔—
INT-012Ordem de processamento onde semanticamente exigida——✔—
REQ-001Inclusão de requisitos de segurança✔✔✔—
REQ-002Revisão formal de segurança dos requisitos✔✔✔—
REQ-003Alinhamento com classificação de risco✔✔✔—
REQ-004Versionamento e gestão de requisitos✔✔✔—
REQ-005Nova análise de ameaça após alteração de requisito—✔✔—
REQ-006Rastreabilidade requisito → ameaça → teste—✔✔—
REQ-007Revisão iterativa com equipas—✔✔—
DST-001Repositórios autenticados e auditáveis✔✔✔—
DST-002Aprovação para publicação pública—✔✔—
DST-003Assinatura digital ou checksum—✔✔—
DST-004Inclusão de SBOM nos artefactos—✔✔—
DST-005Acesso segregado por role e ambiente—✔✔—
DST-006Deploy apenas via pipeline validado—✔✔—
DST-007Revogação e limpeza de artefactos comprometidos✔✔✔—
IDE-001Ferramentas e IDEs autorizadas✔✔✔—
IDE-002Actualização e gestão de vulnerabilidades✔✔✔—
IDE-003Auditoria de código gerado por ferramentas—✔✔—
IDE-004Extensões e plugins de fontes confiáveis✔✔✔—
IDE-005Controlo de permissões de extensões—✔✔—
IDE-006Limitação de ambientes locais sem controlo—✔✔—
REQ-AGN-001Mandate registado e versionado✔✔✔—
REQ-AGN-002Nível de autonomia classificado por contexto✔✔✔—
REQ-AGN-003Kill-switch operacional documentado e testado—✔✔—
REQ-AGN-004Intent declaration antes de tool-call destrutivo—✔✔—
THR-001Threat modeling formal em aplicações L2+ e alterações arquitecturais significativas—✔✔—
THR-002Arquitectura actual representada com DFDs e trust boundaries explícitos—✔✔—
THR-003Metodologia estruturada aplicada com cobertura mínima garantida✔✔✔—
THR-004Disposição formal de cada ameaça identificada com owner—✔✔—
THR-005Rastreabilidade ameaça → requisito → backlog → validação—✔✔—
THR-006Threat model versionado e actualizado dentro do ciclo ou após trigger—✔✔—
THR-007Revisão independente por AppSec antes de go-live em L2 e L3—✔✔—
THR-008Threat modeling estendido para sistemas com componentes AI/ML▲▲▲CTX-AIA-RE-P04
ARC-001Zonas de confiança identificadas e documentadas✔✔✔—
ARC-002Exposição externa minimizada e justificada✔✔✔—
ARC-003Revisão de arquitectura com foco em segurança—✔✔—
ARC-004Decisões de arquitectura documentadas—✔✔—
ARC-005Threat modeling integrado nos fluxos críticos—✔✔—
ARC-006Controlos técnicos de isolamento entre domínios sensíveis✔✔✔—
ARC-007Padrões de arquitectura reutilizáveis e aprovados—✔✔—
ARC-008Fluxos de dados entre zonas de confiança protegidos✔✔✔—
ARC-009Alterações significativas desencadeiam nova revisão▲▲▲CTX-AIA-RE-P11
ARC-010Diagramas de arquitectura versionados e acessíveis✔✔✔—
ARC-011Segmentação lógica e física entre ambientes——✔—
ARC-012Critérios formais de aprovação para aplicações de risco elevado——✔—
ARC-013Validação automática de topologia em CI/CD ou como código——✔—
ARC-014Padrões arquitetónicos específicos para sistemas com componentes AI/ML▲▲▲CTX-AIA-RE-P05, CTX-AIA-RE-P08
ARC-015Agentes AI operam como principals isolados com mandate e least privilege—✔✔—
DEP-001SBOM gerado por build, em formato standardizado✔✔✔—
DEP-002SCA integrado em pipeline com bloqueio por política de severidade✔✔✔—
DEP-003Versões de dependências fixas e auditáveis✔✔✔—
DEP-004Proibição de dependências introduzidas por cópia manual✔✔✔—
DEP-005Registries e repositórios de origem controlados—✔✔—
DEP-006Aprovação formal para introdução de novas dependências—✔✔—
DEP-007Política de actualização com SLA definido por severidade✔✔✔—
DEP-008Actualização automatizada com análise de impacto—✔✔—
DEP-009Detecção de dependências não-intencionais ou emergentes——✔—
DEP-010Rastreabilidade SBOM → vulnerabilidade → correcção—✔✔—
DEP-011Inventário e proveniência de dependências AI/ML▲▲▲CTX-AIA-RE-P06
DEP-012AI BOM gerado por build em formato standardizado▲▲▲CTX-AIA-RE-P07
DEP-013Versão pinned explícita para modelos AI e providers—✔✔—
DEP-014Lista de providers AI aprovados com classificação de risco—✔✔—
DEV-001Guidelines de código seguro versionadas e aprovadas por stack✔✔✔—
DEV-002Linters e rulesets de segurança configurados e enforced✔✔✔—
DEV-003Análise estática (SAST) integrada como gate de integração✔✔✔—
DEV-004Revisão de código com checklist de segurança em componentes críticos✔✔✔—
DEV-005Gestão formal de excepções técnicas e desvios a guidelines—✔✔—
DEV-006Proveniência do código incorporado identificada e controlada—✔✔—
DEV-007Constrangimentos técnicos explícitos para código gerado por IA—✔✔—
DEV-008Perfis de qualidade com thresholds mínimos de segurança por nível de risco—✔✔—
DEV-009Anotações de segurança rastreáveis no código e nos testes——✔—
CIC-001Pipelines como código, versionados e sujeitos a revisão✔✔✔—
CIC-002Triggers controlados e restritos a fontes autorizadas✔✔✔—
CIC-003Gestão segura de segredos no pipeline✔✔✔—
CIC-004Gates de segurança obrigatórios antes de promoção entre ambientes✔✔✔—
CIC-005Rastreabilidade completa de cada execução de pipeline✔✔✔—
CIC-006Isolamento de runners e ambientes de execução—✔✔—
CIC-007Integridade e proveniência verificável dos artefactos produzidos—✔✔—
CIC-008Separação de responsabilidades entre build, test e deploy—✔✔—
CIC-009Credenciais do pipeline com âmbito mínimo e rotação definida—✔✔—
CIC-010Protecção contra execução de código não autorizado em runners——✔—
CIC-011Promoção entre ambientes atribuível a um responsável identificado—✔✔—
IAC-001Backend remoto autenticado com locking activo—✔✔—
IAC-002Ambientes segregados e versionados✔✔✔—
IAC-003Validações automáticas obrigatórias em pipeline✔✔✔—
IAC-004Módulos reutilizados com origem confiável e versão imutável—✔✔—
IAC-005Histórico completo com versionamento, tags e releases✔✔✔—
IAC-006Convenções formais de naming, tagging e layout—✔✔—
IAC-007Plan rastreável e aprovado antes de qualquer apply—✔✔—
IAC-008Rastreabilidade ficheiro → recurso → ambiente—✔✔—
IAC-009Enforcement automático de políticas em pipeline——✔—
IAC-010Artefactos de plan e manifests versionados e com hash—✔✔—
IAC-011Gestão segura de segredos - proibição de hardcoding✔✔✔—
IAC-012Detecção automatizada de drift entre IaC e estado real—✔✔—
IAC-013Revisão periódica formal de módulos e templates——✔—
CNT-001Imagens base de origem confiável e aprovada✔✔✔—
CNT-002Scanning de vulnerabilidades em imagens no CI/CD✔✔✔—
CNT-003Imagens minimalistas - ausência de componentes não necessários✔✔✔—
CNT-004Execução como utilizador não-root✔✔✔—
CNT-005Sistema de ficheiros em modo de leitura em runtime—✔✔—
CNT-006Restrição de capabilities do kernel e perfis de syscall—✔✔—
CNT-007Assinatura e verificação de proveniência de imagens—✔✔—
CNT-008SBOM por imagem publicada—✔✔—
CNT-009Políticas de admission control activas—✔✔—
CNT-010Renovação periódica de imagens base✔✔✔—
CNT-011Acesso ao registry com autenticação e rastreabilidade✔✔✔—
CNT-012Isolamento de namespace e políticas de rede em Kubernetes——✔—
TST-001Estratégia formal de testes de segurança por nível de risco✔✔✔—
TST-002SAST com perfil de cobertura gerido e baseline de falsos positivos✔✔✔—
TST-003Gestão formal de findings com SLA de correcção por severidade✔✔✔—
TST-004Evidência de testes reproduzível, auditável e ligada ao build✔✔✔—
TST-005DAST integrado em ambiente de staging antes de promoção—✔✔—
TST-006Testes de regressão de segurança para vulnerabilidades corrigidas—✔✔—
TST-007Thresholds mínimos de cobertura de testes de segurança por risco—✔✔—
TST-008Testes de penetração periódicos com escopo e metodologia definidos—✔✔—
TST-009Fuzzing sistemático em componentes de processamento de input complexo——✔—
TST-010IAST em ambiente de staging para validação comportamental em runtime——✔—
DPL-001Aprovação formal obrigatória antes de deploy em produção✔✔✔—
DPL-002Promoção apenas de artefactos com proveniência verificada✔✔✔—
DPL-003Gates automáticos de segurança como condição de promoção✔✔✔—
DPL-004Rastreabilidade end-to-end de cada deploy✔✔✔—
DPL-005Rollback configurado, testado e com SLA definido✔✔✔—
DPL-006Credenciais de deploy com âmbito mínimo e vida curta✔✔✔—
DPL-007Validação em staging antes de promoção a produção—✔✔—
DPL-008Monitorização activa durante e após deploy—✔✔—
DPL-009Deploy progressivo com contenção de impacto para aplicações críticas——✔—
DPL-010Release gates para sistemas com agentes AI—✔✔—
DPL-011Canary e demoção de autonomia no release de modelos——✔—
OPS-001Logging estruturado e persistente para todos os componentes em produção✔✔✔—
OPS-002Catálogo de eventos críticos de segurança definido e verificado✔✔✔—
OPS-003Retenção de logs conforme política e requisitos regulatórios▲▲▲CTX-AIA-RE-P03
OPS-004Centralização de logs em sistema SIEM ou equivalente—✔✔—
OPS-005Alertas automáticos para eventos de segurança críticos—✔✔—
OPS-006SLA de resposta a alertas definido e medido—✔✔—
OPS-007Integração com processo formal de resposta a incidentes—✔✔—
OPS-008Correlação de eventos entre múltiplas fontes——✔—
OPS-009Deteção comportamental e baseline de actividade normal——✔—
OPS-010Métricas de eficácia da monitorização medidas e revistas——✔—
OPS-011Observabilidade dedicada a componentes AI/ML em produção▲▲▲CTX-AIA-RE-P01
OPS-012Audit completo por tool invocation de agente AI▲▲▲CTX-AIA-RE-P02
OPS-013Budget e detecção de runaway em consumo de modelo (token spend)—✔✔—
OPS-014Detecção de jailbreak / off-policy actions em produção——✔—
OPS-015Sinais contínuos de saúde e disponibilidade operacional—✔✔—
OPS-016Cópias de segurança com restauro testado✔✔✔—
OPS-017Objectivos e procedimento de recuperação da aplicação—✔✔—
TRN-001Trilhos de formação de segurança definidos por perfil e nível de criticidade✔✔✔—
TRN-002Onboarding de segurança obrigatório antes de trabalho autónomo✔✔✔—
TRN-003Validação objectiva do onboarding com critério de aceitação definido✔✔✔—
TRN-004Acesso a ambientes críticos condicionado a onboarding validado✔✔✔—
TRN-005Formação de segurança contínua para equipas em projectos L2 e L3—✔✔—
TRN-006Conteúdo formativo versionado e actualizado após triggers definidos—✔✔—
TRN-007Onboarding de segurança equivalente para terceiros e contratados✔✔✔—
TRN-008Programa formal de Security Champions em equipas L3——✔—
TRN-009KPIs de formação definidos, recolhidos e accionados—✔✔—
GOV-001Modelo formal de governação de segurança aprovado✔✔✔—
GOV-002Ownership de segurança atribuído por aplicação ou projecto✔✔✔—
GOV-003Alçadas de aprovação definidas e conhecidas por nível de risco—✔✔—
GOV-004Processo formal de gestão de excepções activo✔✔✔—
GOV-005Excepções com validade, monitorização e revalidação obrigatória—✔✔—
GOV-006Cláusulas de segurança proporcionais ao risco em contratos com terceiros✔✔✔—
GOV-007Validação formal de fornecedores antes de onboarding✔✔✔—
GOV-008Rastreabilidade organizacional de decisões de segurança por aplicação—✔✔—
GOV-009Evidência de decisões rastreável, referenciável e retida✔✔✔—
GOV-010Ciclo de validação contínua e revisão periódica de conformidade—✔✔—
GOV-011KPIs de governação definidos, recolhidos e reportados—✔✔—
GOV-012Modelo de maturidade activo com evolução medida e planeada——✔—
GOV-013Onboarding técnico e formação obrigatória pré-acesso de terceiros—✔✔—
GOV-014Revisão periódica de acesso aos sistemas de suporte (least privilege)✔✔✔—
GOV-015Divulgação coordenada de vulnerabilidades com canal de receção publicado✔✔✔—
GOV-016Contas privilegiadas e de administração dos sistemas de suporte✔✔✔—
GOV-017Ciclo de vida das identidades com acesso aos sistemas✔✔✔—
CTX-AIA-RE-R03Informar e explicar às pessoas afectadas▲▲▲—
CTX-AIA-RE-R04Plano de acompanhamento pós-comercialização▲▲▲—

Lista de requisitos — ART50​

RequisitoNomeL1L2L3Pisos
CLA-001Classificação formal segundo o modelo de eixos de risco✔✔✔—
CLA-002Aprovação proporcional ao nível de risco atribuído✔✔✔—
CLA-003Activação de controlos base determinada pela classificação✔✔✔—
CLA-004Critérios de reclassificação documentados e monitorizados✔✔✔—
CLA-005Ciclo periódico de revisão de classificação diferenciado por nível✔✔✔—
CLA-006Reavaliação de classificação após evento de mudança significativa✔✔✔—
CLA-007Risco residual com compensação formalizada, owner e TTL—✔✔—
CLA-008Inventário de aplicações actualizado e acessível para auditoria✔✔✔—
AUT-001MFA obrigatório—✔✔—
AUT-002Política de passwords✔✔✔—
AUT-003Protecção contra brute force✔✔✔—
AUT-004Revogação activa de sessões✔✔✔—
AUT-005Expiração automática de sessão✔✔✔—
AUT-006Proibição de credenciais em claro✔✔✔—
AUT-007Suporte a autenticação federada—✔✔—
AUT-008Step-up para acções sensíveis—✔✔—
AUT-009Reautenticação para alterações críticas✔✔✔—
AUT-010Alerta de acessos suspeitos—✔✔—
AUT-011Sem credenciais por defeito✔✔✔—
AUT-012Autenticadores criptográficos e biometria local✔✔✔—
AUT-013Gestão e recuperação dos factores de autenticação✔✔✔—
ACC-001Controlo de acesso RBAC✔✔✔—
ACC-002Princípio do menor privilégio✔✔✔—
ACC-003Bloqueio e auditoria de acessos ilegítimos✔✔✔—
ACC-004Separação de perfis✔✔✔—
ACC-005Controlo de acesso a APIs e serviços✔✔✔—
ACC-006Protecção de recursos sensíveis✔✔✔—
ACC-007Validação do modelo de acesso—✔✔—
ACC-008Revogação em tempo real✔✔✔—
ACC-009Autorização baseada em atributos (ABAC)——✔—
ACC-010Revisão periódica de permissões✔✔✔—
LOG-001Registo de eventos críticos✔✔✔—
LOG-002Atributos mínimos em logs✔✔✔—
LOG-003Protecção de integridade e acesso aos logs✔✔✔—
LOG-004Análise periódica de logs—✔✔—
LOG-005Retenção mínima dos logs✔✔✔—
LOG-006Envio para sistema centralizado—✔✔—
LOG-007Classificação e detecção de anomalias—✔✔—
LOG-008Alarme em falhas do mecanismo de logging—✔✔—
LOG-009Logs suportam resposta a incidentes—✔✔—
LOG-010Logging de eventos críticos de negócio——✔—
SES-001Expiração automática por inactividade✔✔✔—
SES-002Logout manual e após alteração de credenciais✔✔✔—
SES-003Identificadores de sessão imprevisíveis✔✔✔—
SES-004Transmissão segura dos tokens✔✔✔—
SES-005Ligação da sessão ao contexto do cliente—✔✔—
SES-006Revogação explícita da sessão✔✔✔—
SES-007Prevenção de sessões long-lived—✔✔—
SES-008Scope, TTL e revogação de tokens JWT—✔✔—
VAL-001Validação geral de entradas externas✔✔✔—
VAL-002Uso de whitelists em vez de blacklists✔✔✔—
VAL-003Validadores de esquema (JSON/XML schema)—✔✔—
VAL-004Sanitização contra injecções✔✔✔—
VAL-005Validação antes do uso interno✔✔✔—
VAL-006Mensagens de erro seguras na validação✔✔✔—
VAL-007Testes automáticos contra entradas maliciosas—✔✔—
VAL-008Codificação/escaping de output em renderização (anti-XSS)✔✔✔—
FIL-001Limite de tamanho processável por upload✔✔✔—
FIL-002Validação de tipo por conteúdo, não só por extensão✔✔✔—
FIL-003Tratamento seguro de arquivos comprimidos—✔✔—
FIL-004Quota de armazenamento por utilizador—✔✔—
FIL-005Armazenamento fora da árvore servida, com nomes gerados✔✔✔—
FIL-006Serving de ficheiros em contexto inerte—✔✔—
FIL-007Rastreio anti-malware de ficheiros de origem não confiável—✔✔—
FIL-008Limite de dimensão de imagens (pixel flood)—✔✔—
ERR-001Erros não expõem dados sensíveis✔✔✔—
ERR-002Mensagens genéricas no cliente✔✔✔—
ERR-003Não revelar existência de recursos✔✔✔—
ERR-004Mensagens localizadas e seguras✔✔✔—
ERR-005Gestão padronizada e centralizada—✔✔—
ERR-006Testes automáticos para erros excessivos—✔✔—
ERR-007Logs de erro com contexto pseudonimizado—✔✔—
CFG-001Debug e flags desactivados em produção✔✔✔—
CFG-002Separação de ambientes com validação automática✔✔✔—
CFG-003Ausência de parâmetros hardcoded✔✔✔—
CFG-004Configuração externa com permissões controladas✔✔✔—
CFG-005Validação de configuração no arranque—✔✔—
CFG-006Uso de cofres e gestão segura de segredos—✔✔—
CFG-007Monitorização de drift de configuração——✔—
ENC-001Encriptação de todas as comunicações em trânsito✔✔✔—
ENC-002Encriptação de dados sensíveis em repouso—✔✔—
ENC-003Algoritmos e configurações criptográficas robustas—✔✔—
ENC-004Hashing adaptativo de passwords✔✔✔—
ENC-005Mascaramento de dados sensíveis em logs, outputs e respostas API✔✔✔—
ENC-006Detecção e prevenção de segredos expostos em repositórios✔✔✔—
ENC-007Ciclo de vida de chaves, segredos e certificados—✔✔—
ENC-008Prevenção de caching de dados sensíveis no cliente—✔✔—
ENC-009Integridade verificável de dados críticos——✔—
PRI-001Minimização dos dados pessoais recolhidos✔✔✔—
PRI-002Retenção de dados pessoais com prazo e apagamento efectivo✔✔✔—
PRI-003Capacidade técnica de acesso, rectificação, apagamento e exportação a pedido✔✔✔—
PRI-004Registo de finalidade e destinatários por conjunto de dados pessoais—✔✔—
PRI-005Conceito documentado e aplicado de PII em registos—✔✔—
PRI-006Gestão técnica do consentimento e das preferências de oposição✔✔✔—
PRI-007Privacidade por defeito nas definições voltadas ao utilizador✔✔✔—
API-001Autenticação e autorização de chamadas API✔✔✔—
API-002Endpoints desnecessários removidos ou ocultos✔✔✔—
API-003Validação de input em APIs✔✔✔—
API-004Rate limiting e detecção de abusos—✔✔—
API-005Protecção por TLS e certificados actualizados✔✔✔—
API-006Verificação de SDKs e wrappers utilizados✔✔✔—
API-007Logging e auditoria de chamadas externas—✔✔—
INT-001Validação de mensagens entre sistemas✔✔✔—
INT-002Autenticação mútua ou tokens seguros✔✔✔—
INT-003Transmissão cifrada com TLS✔✔✔—
INT-004Proibição de protocolos inseguros✔✔✔—
INT-005Assinatura e integridade de mensagens—✔✔—
INT-006Validação cruzada de origem e destino—✔✔—
INT-007Monitorização e detecção de padrões anómalos——✔—
INT-008Revisão de segurança e contrato em integrações——✔—
INT-009Consumidores idempotentes—✔✔—
INT-010Fila de mensagens mortas com tratamento e alarme—✔✔—
INT-011Protecção contra replay de mensagens—✔✔—
INT-012Ordem de processamento onde semanticamente exigida——✔—
REQ-001Inclusão de requisitos de segurança✔✔✔—
REQ-002Revisão formal de segurança dos requisitos✔✔✔—
REQ-003Alinhamento com classificação de risco✔✔✔—
REQ-004Versionamento e gestão de requisitos✔✔✔—
REQ-005Nova análise de ameaça após alteração de requisito—✔✔—
REQ-006Rastreabilidade requisito → ameaça → teste—✔✔—
REQ-007Revisão iterativa com equipas—✔✔—
DST-001Repositórios autenticados e auditáveis✔✔✔—
DST-002Aprovação para publicação pública—✔✔—
DST-003Assinatura digital ou checksum—✔✔—
DST-004Inclusão de SBOM nos artefactos—✔✔—
DST-005Acesso segregado por role e ambiente—✔✔—
DST-006Deploy apenas via pipeline validado—✔✔—
DST-007Revogação e limpeza de artefactos comprometidos✔✔✔—
IDE-001Ferramentas e IDEs autorizadas✔✔✔—
IDE-002Actualização e gestão de vulnerabilidades✔✔✔—
IDE-003Auditoria de código gerado por ferramentas—✔✔—
IDE-004Extensões e plugins de fontes confiáveis✔✔✔—
IDE-005Controlo de permissões de extensões—✔✔—
IDE-006Limitação de ambientes locais sem controlo—✔✔—
REQ-AGN-001Mandate registado e versionado✔✔✔—
REQ-AGN-002Nível de autonomia classificado por contexto✔✔✔—
REQ-AGN-003Kill-switch operacional documentado e testado—✔✔—
REQ-AGN-004Intent declaration antes de tool-call destrutivo—✔✔—
THR-001Threat modeling formal em aplicações L2+ e alterações arquitecturais significativas—✔✔—
THR-002Arquitectura actual representada com DFDs e trust boundaries explícitos—✔✔—
THR-003Metodologia estruturada aplicada com cobertura mínima garantida✔✔✔—
THR-004Disposição formal de cada ameaça identificada com owner—✔✔—
THR-005Rastreabilidade ameaça → requisito → backlog → validação—✔✔—
THR-006Threat model versionado e actualizado dentro do ciclo ou após trigger—✔✔—
THR-007Revisão independente por AppSec antes de go-live em L2 e L3—✔✔—
THR-008Threat modeling estendido para sistemas com componentes AI/ML▲▲▲CTX-AIA-RE-P09
ARC-001Zonas de confiança identificadas e documentadas✔✔✔—
ARC-002Exposição externa minimizada e justificada✔✔✔—
ARC-003Revisão de arquitectura com foco em segurança—✔✔—
ARC-004Decisões de arquitectura documentadas—✔✔—
ARC-005Threat modeling integrado nos fluxos críticos—✔✔—
ARC-006Controlos técnicos de isolamento entre domínios sensíveis✔✔✔—
ARC-007Padrões de arquitectura reutilizáveis e aprovados—✔✔—
ARC-008Fluxos de dados entre zonas de confiança protegidos✔✔✔—
ARC-009Alterações significativas desencadeiam nova revisão—✔✔—
ARC-010Diagramas de arquitectura versionados e acessíveis✔✔✔—
ARC-011Segmentação lógica e física entre ambientes——✔—
ARC-012Critérios formais de aprovação para aplicações de risco elevado——✔—
ARC-013Validação automática de topologia em CI/CD ou como código——✔—
ARC-014Padrões arquitetónicos específicos para sistemas com componentes AI/ML▲▲▲CTX-AIA-RE-P10
ARC-015Agentes AI operam como principals isolados com mandate e least privilege—✔✔—
DEP-001SBOM gerado por build, em formato standardizado✔✔✔—
DEP-002SCA integrado em pipeline com bloqueio por política de severidade✔✔✔—
DEP-003Versões de dependências fixas e auditáveis✔✔✔—
DEP-004Proibição de dependências introduzidas por cópia manual✔✔✔—
DEP-005Registries e repositórios de origem controlados—✔✔—
DEP-006Aprovação formal para introdução de novas dependências—✔✔—
DEP-007Política de actualização com SLA definido por severidade✔✔✔—
DEP-008Actualização automatizada com análise de impacto—✔✔—
DEP-009Detecção de dependências não-intencionais ou emergentes——✔—
DEP-010Rastreabilidade SBOM → vulnerabilidade → correcção—✔✔—
DEP-011Inventário e proveniência de dependências AI/ML—✔✔—
DEP-012AI BOM gerado por build em formato standardizado—✔✔—
DEP-013Versão pinned explícita para modelos AI e providers—✔✔—
DEP-014Lista de providers AI aprovados com classificação de risco—✔✔—
DEV-001Guidelines de código seguro versionadas e aprovadas por stack✔✔✔—
DEV-002Linters e rulesets de segurança configurados e enforced✔✔✔—
DEV-003Análise estática (SAST) integrada como gate de integração✔✔✔—
DEV-004Revisão de código com checklist de segurança em componentes críticos✔✔✔—
DEV-005Gestão formal de excepções técnicas e desvios a guidelines—✔✔—
DEV-006Proveniência do código incorporado identificada e controlada—✔✔—
DEV-007Constrangimentos técnicos explícitos para código gerado por IA—✔✔—
DEV-008Perfis de qualidade com thresholds mínimos de segurança por nível de risco—✔✔—
DEV-009Anotações de segurança rastreáveis no código e nos testes——✔—
CIC-001Pipelines como código, versionados e sujeitos a revisão✔✔✔—
CIC-002Triggers controlados e restritos a fontes autorizadas✔✔✔—
CIC-003Gestão segura de segredos no pipeline✔✔✔—
CIC-004Gates de segurança obrigatórios antes de promoção entre ambientes✔✔✔—
CIC-005Rastreabilidade completa de cada execução de pipeline✔✔✔—
CIC-006Isolamento de runners e ambientes de execução—✔✔—
CIC-007Integridade e proveniência verificável dos artefactos produzidos—✔✔—
CIC-008Separação de responsabilidades entre build, test e deploy—✔✔—
CIC-009Credenciais do pipeline com âmbito mínimo e rotação definida—✔✔—
CIC-010Protecção contra execução de código não autorizado em runners——✔—
CIC-011Promoção entre ambientes atribuível a um responsável identificado—✔✔—
IAC-001Backend remoto autenticado com locking activo—✔✔—
IAC-002Ambientes segregados e versionados✔✔✔—
IAC-003Validações automáticas obrigatórias em pipeline✔✔✔—
IAC-004Módulos reutilizados com origem confiável e versão imutável—✔✔—
IAC-005Histórico completo com versionamento, tags e releases✔✔✔—
IAC-006Convenções formais de naming, tagging e layout—✔✔—
IAC-007Plan rastreável e aprovado antes de qualquer apply—✔✔—
IAC-008Rastreabilidade ficheiro → recurso → ambiente—✔✔—
IAC-009Enforcement automático de políticas em pipeline——✔—
IAC-010Artefactos de plan e manifests versionados e com hash—✔✔—
IAC-011Gestão segura de segredos - proibição de hardcoding✔✔✔—
IAC-012Detecção automatizada de drift entre IaC e estado real—✔✔—
IAC-013Revisão periódica formal de módulos e templates——✔—
CNT-001Imagens base de origem confiável e aprovada✔✔✔—
CNT-002Scanning de vulnerabilidades em imagens no CI/CD✔✔✔—
CNT-003Imagens minimalistas - ausência de componentes não necessários✔✔✔—
CNT-004Execução como utilizador não-root✔✔✔—
CNT-005Sistema de ficheiros em modo de leitura em runtime—✔✔—
CNT-006Restrição de capabilities do kernel e perfis de syscall—✔✔—
CNT-007Assinatura e verificação de proveniência de imagens—✔✔—
CNT-008SBOM por imagem publicada—✔✔—
CNT-009Políticas de admission control activas—✔✔—
CNT-010Renovação periódica de imagens base✔✔✔—
CNT-011Acesso ao registry com autenticação e rastreabilidade✔✔✔—
CNT-012Isolamento de namespace e políticas de rede em Kubernetes——✔—
TST-001Estratégia formal de testes de segurança por nível de risco✔✔✔—
TST-002SAST com perfil de cobertura gerido e baseline de falsos positivos✔✔✔—
TST-003Gestão formal de findings com SLA de correcção por severidade✔✔✔—
TST-004Evidência de testes reproduzível, auditável e ligada ao build✔✔✔—
TST-005DAST integrado em ambiente de staging antes de promoção—✔✔—
TST-006Testes de regressão de segurança para vulnerabilidades corrigidas—✔✔—
TST-007Thresholds mínimos de cobertura de testes de segurança por risco—✔✔—
TST-008Testes de penetração periódicos com escopo e metodologia definidos—✔✔—
TST-009Fuzzing sistemático em componentes de processamento de input complexo——✔—
TST-010IAST em ambiente de staging para validação comportamental em runtime——✔—
DPL-001Aprovação formal obrigatória antes de deploy em produção✔✔✔—
DPL-002Promoção apenas de artefactos com proveniência verificada✔✔✔—
DPL-003Gates automáticos de segurança como condição de promoção✔✔✔—
DPL-004Rastreabilidade end-to-end de cada deploy✔✔✔—
DPL-005Rollback configurado, testado e com SLA definido✔✔✔—
DPL-006Credenciais de deploy com âmbito mínimo e vida curta✔✔✔—
DPL-007Validação em staging antes de promoção a produção—✔✔—
DPL-008Monitorização activa durante e após deploy—✔✔—
DPL-009Deploy progressivo com contenção de impacto para aplicações críticas——✔—
DPL-010Release gates para sistemas com agentes AI—✔✔—
DPL-011Canary e demoção de autonomia no release de modelos——✔—
OPS-001Logging estruturado e persistente para todos os componentes em produção✔✔✔—
OPS-002Catálogo de eventos críticos de segurança definido e verificado✔✔✔—
OPS-003Retenção de logs conforme política e requisitos regulatórios—✔✔—
OPS-004Centralização de logs em sistema SIEM ou equivalente—✔✔—
OPS-005Alertas automáticos para eventos de segurança críticos—✔✔—
OPS-006SLA de resposta a alertas definido e medido—✔✔—
OPS-007Integração com processo formal de resposta a incidentes—✔✔—
OPS-008Correlação de eventos entre múltiplas fontes——✔—
OPS-009Deteção comportamental e baseline de actividade normal——✔—
OPS-010Métricas de eficácia da monitorização medidas e revistas——✔—
OPS-011Observabilidade dedicada a componentes AI/ML em produção—✔✔—
OPS-012Audit completo por tool invocation de agente AI—✔✔—
OPS-013Budget e detecção de runaway em consumo de modelo (token spend)—✔✔—
OPS-014Detecção de jailbreak / off-policy actions em produção——✔—
OPS-015Sinais contínuos de saúde e disponibilidade operacional—✔✔—
OPS-016Cópias de segurança com restauro testado✔✔✔—
OPS-017Objectivos e procedimento de recuperação da aplicação—✔✔—
TRN-001Trilhos de formação de segurança definidos por perfil e nível de criticidade✔✔✔—
TRN-002Onboarding de segurança obrigatório antes de trabalho autónomo✔✔✔—
TRN-003Validação objectiva do onboarding com critério de aceitação definido✔✔✔—
TRN-004Acesso a ambientes críticos condicionado a onboarding validado✔✔✔—
TRN-005Formação de segurança contínua para equipas em projectos L2 e L3—✔✔—
TRN-006Conteúdo formativo versionado e actualizado após triggers definidos—✔✔—
TRN-007Onboarding de segurança equivalente para terceiros e contratados✔✔✔—
TRN-008Programa formal de Security Champions em equipas L3——✔—
TRN-009KPIs de formação definidos, recolhidos e accionados—✔✔—
GOV-001Modelo formal de governação de segurança aprovado✔✔✔—
GOV-002Ownership de segurança atribuído por aplicação ou projecto✔✔✔—
GOV-003Alçadas de aprovação definidas e conhecidas por nível de risco—✔✔—
GOV-004Processo formal de gestão de excepções activo✔✔✔—
GOV-005Excepções com validade, monitorização e revalidação obrigatória—✔✔—
GOV-006Cláusulas de segurança proporcionais ao risco em contratos com terceiros✔✔✔—
GOV-007Validação formal de fornecedores antes de onboarding✔✔✔—
GOV-008Rastreabilidade organizacional de decisões de segurança por aplicação—✔✔—
GOV-009Evidência de decisões rastreável, referenciável e retida✔✔✔—
GOV-010Ciclo de validação contínua e revisão periódica de conformidade—✔✔—
GOV-011KPIs de governação definidos, recolhidos e reportados—✔✔—
GOV-012Modelo de maturidade activo com evolução medida e planeada——✔—
GOV-013Onboarding técnico e formação obrigatória pré-acesso de terceiros—✔✔—
GOV-014Revisão periódica de acesso aos sistemas de suporte (least privilege)✔✔✔—
GOV-015Divulgação coordenada de vulnerabilidades com canal de receção publicado✔✔✔—
GOV-016Contas privilegiadas e de administração dos sistemas de suporte✔✔✔—
GOV-017Ciclo de vida das identidades com acesso aos sistemas✔✔✔—
CTX-AIA-RE-R01Informar que se interage com IA▲▲▲—
CTX-AIA-RE-R02Marcação de conteúdo sintético▲▲▲—

Mapa de evidência da documentação técnica​

Obrigações documentais do regime (art. 11.º, anexo IV e art. 13.º do AI Act) ligadas aos artefactos do Manual que as alimentam. «Apoia evidência»: o Manual produz a evidência de engenharia e a redacção do documento é de quem coloca o produto no mercado. As lacunas e o que fica fora de âmbito aparecem com a razão. A lista vem da matriz de cobertura do Manual.

ObrigaçãoReferênciaForçaComo o Manual respondeNota
AIA-11-1-aArt. 11.º, n.º 1, primeiro parágrafoApoia evidênciaARC-004; ARC-010; THR-006; DEP-012; TST-004A redacção do documento é do prestador; o Manual fornece a evidência (ver o mapa de evidência da página «Requisitos aplicáveis»).
AIA-11-1-bArt. 11.º, n.º 1, segundo parágrafoApoia evidênciaARC-004; ARC-010; THR-006; DEP-012; TST-004Os pontos do anexo IV sem artefacto ficam como lacuna declarada no mapa de evidência.
AIA-AnxIV-1Anexo IV, ponto 1Apoia evidênciaARC-001; ARC-010; ARC-014; DEP-011; DEP-012; DEP-013Lacuna declarada: finalidade prevista (al. a)), formas de colocação no mercado (al. d)), hardware fora da inferência própria (al. e)) e descrição da interface para o implantador (al. g)). Fora de âmbito: fotografias e marcações (al. f)).
AIA-AnxIV-2-aAnexo IV, ponto 2, alínea aApoia evidênciaDEP-011; DEP-012; DEP-014; CIC-001A metodologia de treino fica fora de âmbito (governação de dados, art. 10.º).
AIA-AnxIV-2-bAnexo IV, ponto 2, alínea bApoia evidênciaARC-004Lacuna declarada: lógica geral, algoritmos e o que o sistema optimiza. Os pressupostos sobre grupos de pessoas ficam fora de âmbito (enviesamento).
AIA-AnxIV-2-cAnexo IV, ponto 2, alínea cApoia evidênciaARC-001; ARC-010; ARC-014Lacuna declarada: recursos computacionais de desenvolvimento, treino, teste e validação.
AIA-AnxIV-2-dAnexo IV, ponto 2, alínea dFora de âmbito—Governação de dados de treino (art. 10.º) fora de âmbito do Manual; DEP-011 e a Política 39 §4 dão só evidência incidental.
AIA-AnxIV-2-eAnexo IV, ponto 2, alínea eApoia evidênciaARC-014; REQ-AGN-003Avaliação das medidas de supervisão apoiada pela supervisão mínima do ARC-014 (piso CTX-AIA-RE-P08).
AIA-AnxIV-2-fAnexo IV, ponto 2, alínea fCobreARC-009; DEP-013—
AIA-AnxIV-2-gAnexo IV, ponto 2, alínea gApoia evidênciaTST-004; DPL-010; CIC-007Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. Métricas de exactidão e solidez para sistemas não agênticos pendente da ronda AISVS/SAIF do AppSec Core; impactos discriminatórios fora de âmbito (enviesamento).
AIA-AnxIV-2-hAnexo IV, ponto 2, alínea hCobreREQ-001; THR-008; ARC-014—
AIA-AnxIV-3Anexo IV, ponto 3Apoia evidênciaOPS-011; ARC-014; THR-008Lacuna declarada: capacidades e limitações de desempenho e especificações dos dados de entrada. A exactidão por grupos de pessoas fica fora de âmbito (enviesamento).
AIA-AnxIV-4Anexo IV, ponto 4Lacuna—Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. Lacuna declarada: adequação das métricas de desempenho, pendente da ronda AISVS/SAIF do AppSec Core.
AIA-AnxIV-5Anexo IV, ponto 5Fora de âmbito—Sistema de gestão de riscos do art. 9.º fora de âmbito do Manual.
AIA-AnxIV-6Anexo IV, ponto 6CobreTHR-006; ARC-010; CIC-005—
AIA-AnxIV-7Anexo IV, ponto 7Fora de âmbito—Lista de normas harmonizadas/especificações comuns aplicadas: plano da conformidade.
AIA-AnxIV-8Anexo IV, ponto 8Fora de âmbito—Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-AnxIV-9Anexo IV, ponto 9CobreCTX-AIA-RE-R04; OPS-011—
AIA-13-1Art. 13.º, n.º 1Apoia evidênciaARC-014; OPS-011A interpretação do output é apoiada pela supervisão mínima do ARC-014 (piso CTX-AIA-RE-P08).
AIA-13-2Art. 13.º, n.º 2Apoia evidênciaDEP-013; DEP-014; ARC-014; OPS-011Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. A redacção das instruções é do prestador. Lacuna declarada: finalidade prevista e descrição da interface; os níveis de exactidão e solidez ficam pendentes da ronda AISVS/SAIF do AppSec Core.
AIA-13-3Art. 13.º, n.º 3Apoia evidênciaDEP-013; DEP-014; ARC-014; OPS-011Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. A redacção das instruções é do prestador. Lacuna declarada: finalidade prevista e descrição da interface; os níveis de exactidão e solidez ficam pendentes da ronda AISVS/SAIF do AppSec Core.
AIA-13-3-b-iiArt. 13.º, n.º 3, alínea b), subalínea ii)Lacuna—Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. Declaração dos níveis de exactidão e solidez pendente da ronda AISVS/SAIF do AppSec Core.
AIA-13-3-eArt. 13.º, n.º 3, alínea e)Apoia evidênciaDEP-013—
AIA-13-3-fArt. 13.º, n.º 3, alínea f)Apoia evidênciaOPS-011—

Obrigações do regime por força de cobertura​

Contagem das obrigações do regime na matriz de cobertura (excluídas as dirigidas às autoridades). A secção «O que este Manual cobre e o que fica de fora» lista-as.

ForçaObrigações
Cobre38
Parcial21
Apoia evidência49
Lacuna4
Fora de âmbito133

O que este Manual cobre e o que fica de fora​

Todas as obrigações do regime, na matriz de cobertura do Manual, em três categorias: o que o Manual cobre, e de que forma; as lacunas declaradas (o que não cobre por omissão); e o que fica fora de âmbito, com a razão. Nenhuma obrigação fica em silêncio. As 15 obrigações dirigidas às autoridades não criam dever para a organização e não entram nas listas.

Cobre (87)​

Força «cobre» ou «apoia evidência». A forma é a resposta do Manual: requisito do catálogo, política, secção, piso ou requisito acrescentado pelo regime.

ObrigaçãoReferênciaForçaForma
AIA-4a-2Art. 4.º-A, n.º 2Apoia evidênciaPRI-002; ACC-001
AIA-5-1-aArt. 5.º, n.º 1, primeiro parágrafo, alínea a)Apoia evidênciaCap. 02 US-17
AIA-5-1-bArt. 5.º, n.º 1, primeiro parágrafo, alínea b)Apoia evidênciaCap. 02 US-17
AIA-5-1-b-AArt. 5.º, n.º 1, primeiro parágrafo, alínea b-A)CobreTHR-008; ARC-014
AIA-5-1-b-BArt. 5.º, n.º 1, primeiro parágrafo, alínea b-B)CobreTHR-008; ARC-014
AIA-5-1-eArt. 5.º, n.º 1, primeiro parágrafo, alínea e)Apoia evidênciaCap. 02 US-17; DEP-011
AIA-5-1AArt. 5.º, n.º 1-ACobreTHR-008; ARC-014; C5 - Eval suites contínuas para agentes em desenvolvimento e produção
AIA-6-1Art. 6.º, n.os 1, 1-A, 1-B, 1-CCobreCTX-AIA-RE
AIA-6-2-3Art. 6.º, n.os 2 e 3CobreCTX-AIA-RE
AIA-6-4Art. 6.º, n.º 4Apoia evidênciaCLA-001; GOV-009
AIA-11-1-aArt. 11.º, n.º 1, primeiro parágrafoApoia evidênciaARC-004; ARC-010; THR-006; DEP-012; TST-004
AIA-11-1-bArt. 11.º, n.º 1, segundo parágrafoApoia evidênciaARC-004; ARC-010; THR-006; DEP-012; TST-004
AIA-AnxIV-1Anexo IV, ponto 1Apoia evidênciaARC-001; ARC-010; ARC-014; DEP-011; DEP-012; DEP-013
AIA-AnxIV-2-aAnexo IV, ponto 2, alínea aApoia evidênciaDEP-011; DEP-012; DEP-014; CIC-001
AIA-AnxIV-2-bAnexo IV, ponto 2, alínea bApoia evidênciaARC-004
AIA-AnxIV-2-cAnexo IV, ponto 2, alínea cApoia evidênciaARC-001; ARC-010; ARC-014
AIA-AnxIV-2-eAnexo IV, ponto 2, alínea eApoia evidênciaARC-014; REQ-AGN-003
AIA-AnxIV-2-fAnexo IV, ponto 2, alínea fCobreARC-009; DEP-013
AIA-AnxIV-2-gAnexo IV, ponto 2, alínea gApoia evidênciaTST-004; DPL-010; CIC-007
AIA-AnxIV-2-hAnexo IV, ponto 2, alínea hCobreREQ-001; THR-008; ARC-014
AIA-AnxIV-3Anexo IV, ponto 3Apoia evidênciaOPS-011; ARC-014; THR-008
AIA-AnxIV-6Anexo IV, ponto 6CobreTHR-006; ARC-010; CIC-005
AIA-AnxIV-9Anexo IV, ponto 9CobreCTX-AIA-RE-R04; OPS-011
AIA-12-1Art. 12.º, n.º 1CobreLOG-001; OPS-011; Política 29 §7
AIA-12-2Art. 12.º, n.º 2CobreARC-009; OPS-011
AIA-13-1Art. 13.º, n.º 1Apoia evidênciaARC-014; OPS-011
AIA-13-2Art. 13.º, n.º 2Apoia evidênciaDEP-013; DEP-014; ARC-014; OPS-011
AIA-13-3Art. 13.º, n.º 3Apoia evidênciaDEP-013; DEP-014; ARC-014; OPS-011
AIA-13-3-eArt. 13.º, n.º 3, alínea e)Apoia evidênciaDEP-013
AIA-13-3-fArt. 13.º, n.º 3, alínea f)Apoia evidênciaOPS-011
AIA-14-1Art. 14.º, n.º 1CobreARC-014; ARC-015; Cap. 04 US-15
AIA-14-2Art. 14.º, n.º 2CobreARC-014; ARC-015; REQ-AGN-004
AIA-14-3Art. 14.º, n.º 3CobreARC-014; REQ-AGN-002; Política 38 §2
AIA-14-4Art. 14.º, n.º 4CobreARC-014; REQ-AGN-003; ARC-015; 🎯 Âmbito e enquadramento
AIA-15-5Art. 15.º, n.º 5CobreTHR-008; ARC-014; DEP-011; OPS-014; 1. Os pesos do modelo são activo crítico
AIA-17-1-bArt. 17.º, n.º 1, alínea b)Apoia evidênciaARC-004; THR-006; REQ-005
AIA-17-1-cArt. 17.º, n.º 1, alínea c)Apoia evidênciaDEV-001; DEV-004; CIC-005
AIA-17-1-iArt. 17.º, n.º 1, alínea i)Apoia evidênciaPolítica 32 §6; Política 32 §4.1
AIA-17-1-kArt. 17.º, n.º 1, alínea k)Apoia evidênciaGOV-009; Política 06 §10
AIA-17-1-mArt. 17.º, n.º 1, alínea m)Apoia evidênciaGOV-001; GOV-002
AIA-17-2Art. 17.º, n.º 2Apoia evidênciaCLA-001
AIA-18-1Art. 18.º, n.º 1Apoia evidênciaPolítica 06 §10
AIA-18-3Art. 18.º, n.º 3Apoia evidênciaPolítica 29 §7
AIA-19-1Art. 19.º, n.º 1CobrePolítica 29 §7; OPS-003; LOG-005
AIA-19-2Art. 19.º, n.º 2Apoia evidênciaPolítica 29 §7
AIA-21-2Art. 21.º, n.º 2Apoia evidênciaLOG-003; OPS-003
AIA-25-2Art. 25.º, n.º 2Apoia evidênciaDEP-012; Política 33 §10.6
AIA-26-6Art. 26.º, n.º 6CobrePolítica 18 §10.5; Política 29 §7; OPS-003
AIA-26-9Art. 26.º, n.º 9Apoia evidênciaCap. 03 US-08
AIA-26-11Art. 26.º, n.º 11CobreCTX-AIA-RE-R03
AIA-27-1Art. 27.º, n.º 1Apoia evidênciaTHR-008; Cap. 03 US-08
AIA-27-2Art. 27.º, n.º 2Apoia evidênciaTHR-006
AIA-27-4Art. 27.º, n.º 4Apoia evidênciaCap. 03 US-08
AIA-42-3Art. 42.º, n.º 3Apoia evidênciaTHR-008; ARC-014
AIA-43-4Art. 43.º, n.º 4CobreARC-009; CLA-006; DEP-013
AIA-AnxVIAnexo VIApoia evidênciaGOV-010; GOV-009
AIA-AnxVII-4Anexo VII, pontos 4.1-4.5, 4.7Apoia evidênciaDEP-011; DEP-012
AIA-50-1Art. 50.º, n.º 1CobreCTX-AIA-RE-R01
AIA-50-2Art. 50.º, n.º 2CobreCTX-AIA-RE-R02
AIA-50-3Art. 50.º, n.º 3CobreCTX-AIA-RE-R01
AIA-50-4-aArt. 50.º, n.º 4, primeiro parágrafoCobreCTX-AIA-RE-R01
AIA-50-5Art. 50.º, n.º 5CobreCTX-AIA-RE-R01
AIA-53-1-aArt. 53.º, n.º 1, alínea a)Apoia evidênciaDEP-012; Cap. 10 US-21
AIA-53-1-bArt. 53.º, n.º 1, alínea b)Apoia evidênciaPolítica 33 §10.6; DEP-014
AIA-55-1-bArt. 55.º, n.º 1, alínea b)Apoia evidênciaTHR-008
AIA-55-1-cArt. 55.º, n.º 1, alínea c)CobrePolítica 32 §6; Política 32 §4.1; Política 32 §6
AIA-55-1-dArt. 55.º, n.º 1, alínea d)Cobre1. Os pesos do modelo são activo crítico; ARC-014; DEP-011
AIA-AnxXI-1Anexo XI, secção 1Apoia evidênciaDEP-012; Política 39 §4
AIA-AnxXI-2Anexo XI, secção 2Apoia evidênciaCap. 10 US-21
AIA-AnxXIIAnexo XIIApoia evidênciaPolítica 33 §10.6
AIA-59-1Art. 59.º, n.º 1Apoia evidênciaENC-002; ACC-002; PRI-002
AIA-60-7Art. 60.º, n.os 7-8Apoia evidênciaPolítica 32 §6; DPL-005
AIA-72-1Art. 72.º, n.º 1CobreCTX-AIA-RE-R04; OPS-011
AIA-72-2Art. 72.º, n.º 2CobreCTX-AIA-RE-R04; OPS-011
AIA-72-3Art. 72.º, n.º 3CobreCTX-AIA-RE-R04; OPS-011
AIA-73-1Art. 73.º, n.º 1CobrePolítica 32 §6; Política 32 §4.1
AIA-73-2Art. 73.º, n.º 2CobrePolítica 32 §6
AIA-73-3Art. 73.º, n.º 3CobrePolítica 32 §6
AIA-73-4Art. 73.º, n.º 4CobrePolítica 32 §6
AIA-73-5Art. 73.º, n.º 5CobrePolítica 32 §6
AIA-74-12Art. 74.º, n.º 12Apoia evidênciaDEP-011; Política 39 §4
AIA-74-13Art. 74.º, n.º 13Apoia evidênciaCIC-005
AIA-75-1AArt. 75.º, n.º 1-ACobrePolítica 32 §6; Política 32 §6
AIA-79-4Art. 79.º, n.os 2 e 4Apoia evidênciaDPL-005; GOV-010
AIA-82-2Art. 82.º, n.º 2Apoia evidênciaDPL-005; GOV-010
AIA-86-1Art. 86.º, n.º 1CobreCTX-AIA-RE-R03; Cap. 04 US-15; OPS-011
AIA-111-4Art. 111.º, n.º 4CobreCTX-AIA-RE-R02

Lacuna declarada (25)​

Força «parcial» ou «lacuna»: o Manual não cobre, ou cobre só em parte, e diz o que falta. As lacunas pendentes de uma ronda do AppSec Core estão marcadas com o nome da ronda.

ObrigaçãoReferênciaForçaComo o Manual respondeO que falta
AIA-4-1Art. 4.º, n.º 1 (substituído)ParcialPolítica 37 §11; Cap. 13 US-19; TRN-001Cobre papéis técnicos do SDLC (developer, AppSec, DevOps, GRC, PO, CISO) e o uso de IA como ferramenta/agentes; faltam o pessoal de negócio que opera ou utiliza sistemas de IA de produto em nome da organização e a ponderação do contexto de utilização e das pessoas visadas.
AIA-4a-1-bArt. 4.º-A, n.º 1, alínea b)ParcialENC-002; PRI-001; ACC-002Encriptação em repouso (L2+) e minimização existem; faltam limitações técnicas à reutilização e pseudonimização exigida para estes conjuntos (a pseudonimização no Manual é só em logs, ERR-007).
AIA-4a-1-cArt. 4.º-A, n.º 1, alínea c)ParcialACC-001; ACC-003; LOG-001Controlo de acesso RBAC e registo de acessos (L1+) cobrem o núcleo; falta documentação criteriosa por acesso a estes conjuntos e o dever de confidencialidade de quem acede.
AIA-4a-1-dArt. 4.º-A, n.º 1, alínea d)ParcialPolítica 18 §10.4; DEP-014Só há proibição de uso para treino/retenção pelo fornecedor de serviços de IA; não há proibição geral de transmissão ou consulta destes dados por terceiros.
AIA-4a-1-eArt. 4.º-A, n.º 1, alínea e)ParcialPRI-002PRI-002 impõe prazo e apagamento verificável, mas não o gatilho legal «logo que o enviesamento seja corrigido».
AIA-4a-1-fArt. 4.º-A, n.º 1, alínea f)ParcialPRI-004O inventário regista finalidade; não regista os motivos da estrita necessidade nem a impossibilidade de usar outros dados.
AIA-8-1Art. 8.º, n.º 1ParcialTHR-008; ARC-014; OPS-011Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. Cibersegurança (THR-008, ARC-014, DEP-011 a DEP-014), supervisão humana (ARC-014 com o piso P08) e transparência (CTX-AIA-RE-R01/R02) cobertas; exatidão e solidez pendentes da ronda AISVS/SAIF; governação de dados fora de âmbito.
AIA-AnxIV-4Anexo IV, ponto 4Lacuna—Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. Lacuna declarada: adequação das métricas de desempenho, pendente da ronda AISVS/SAIF do AppSec Core.
AIA-13-3-b-iiArt. 13.º, n.º 3, alínea b), subalínea ii)Lacuna—Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. Declaração dos níveis de exactidão e solidez pendente da ronda AISVS/SAIF do AppSec Core.
AIA-15-1Art. 15.º, n.º 1ParcialARC-014; OPS-011Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. Cibersegurança coberta (THR-008, ARC-014, DEP-011 a DEP-014, OPS-011 a OPS-014, DPL-010/011); exactidão e solidez pendente da ronda AISVS/SAIF do AppSec Core.
AIA-15-3Art. 15.º, n.º 3Lacuna—Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. Declaração dos níveis e parâmetros de exactidão pendente da ronda AISVS/SAIF do AppSec Core.
AIA-15-4Art. 15.º, n.º 4ParcialConsiderações de design; Política 09 §3; 🧱 Structured outputs — validação do que o modelo devolveFallback, fail-secure e validação de output com falha fechada existem; faltam redundância/planos de segurança para desempenho e mitigação de enviesamento em circuitos de realimentação de sistemas que continuam a aprender.
AIA-16-aArt. 16.º, alínea a)ParcialTHR-008; ARC-014; OPS-011Ronda AISVS/SAIF do AppSec Core. Cibersegurança (THR-008, ARC-014, DEP-011 a DEP-014), supervisão humana (ARC-014 com o piso P08) e transparência (CTX-AIA-RE-R01/R02) cobertas; exatidão e solidez pendentes da ronda AISVS/SAIF; governação de dados fora de âmbito.
AIA-16-dArt. 16.º, alínea d)ParcialPolítica 06 §10; Política 06 §10Ver AIA-18-1: sem prazo de 10 anos para a documentação de sistemas de IA de risco elevado.
AIA-16-eArt. 16.º, alínea e)ParcialPolítica 29 §7; OPS-003Ver AIA-19-1.
AIA-16-jArt. 16.º, alínea j)ParcialDPL-005; Política 32 §6Ver AIA-20-1/20-2.
AIA-20-1Art. 20.º, n.º 1ParcialDPL-005; Política 27 §3Rollback testado permite repor/desativar; faltam retirada/recolha do sistema e informação a distribuidores, implantadores, mandatário e importadores.
AIA-20-2Art. 20.º, n.º 2ParcialPolítica 32 §4.2; Política 32 §4.1Investigação de incidentes existe; faltam investigação conjunta com o implantador e informação à autoridade de fiscalização sobre a não conformidade (não só sobre incidentes graves).
AIA-25-4Art. 25.º, n.º 4, primeiro parágrafoParcialPolítica 33 §10.3; Política 33 §10.6; DEP-014; Cap. 14 US-21Cláusulas contratuais específicas para fornecedores de serviços de IA (retenção, auditoria, notificação, conformidade declarada); não especificam a informação, capacidades, acesso técnico e assistência necessários para o prestador cumprir o regulamento.
AIA-26-1Art. 26.º, n.º 1ParcialPolítica 38 §4; Cap. 14 US-21Para agentes, o mandate define como se usa o sistema; para sistemas de IA adquiridos não há procedimento para operar conforme as instruções de utilização do prestador.
AIA-26-2Art. 26.º, n.º 2ParcialPolítica 38 §4; Política 37 §11Owner humano nomeado e formação obrigatória para agentes; nada para supervisores de sistemas de IA de risco elevado não agênticos (competência, autoridade, apoio).
AIA-26-4Art. 26.º, n.º 4LacunaVAL-001VAL-001 valida entradas por segurança; não há dever de assegurar que os dados de entrada são pertinentes e representativos para a finalidade.
AIA-26-5Art. 26.º, n.º 5ParcialOPS-011; REQ-AGN-003; Política 32 §6Monitorização (L2+), kill-switch de agentes e notificação à autoridade existem; faltam a informação ao prestador/distribuidor e a suspensão de sistemas não agênticos quando há risco.
AIA-55-1-aArt. 55.º, n.º 1, alínea a)ParcialPolítica 19 §7.1; C5 - Eval suites contínuas para agentes em desenvolvimento e produçãoRed-team corpus e eval suites (agentes A2+/A3+); faltam protocolos normalizados de avaliação de modelos e testagem antagónica documentada ao nível do modelo.
AIA-73-6Art. 73.º, n.º 6ParcialPolítica 32 §4.2; LOG-009Preservação de evidência e investigação existem; falta a proibição de alterar o sistema de modo que afete a análise de causas sem informar previamente as autoridades (o IRP privilegia contenção «quando possível»).

Fora de âmbito (133)​

Obrigações que o Manual declara fora de âmbito, com a razão.

ObrigaçãoReferênciaRazão
AIA-2-1Art. 2.º, n.º 1Disposição delimitadora de âmbito, definição ou qualificação jurídica; não cria dever de engenharia.
AIA-2-12Art. 2.º, n.º 12Disposição delimitadora de âmbito, definição ou qualificação jurídica; não cria dever de engenharia.
AIA-2-13Art. 2.º, n.º 13Disposição delimitadora de âmbito, definição ou qualificação jurídica; não cria dever de engenharia.
AIA-4a-1-aArt. 4.º-A, n.º 1, alínea a)Juízo de necessidade (eficácia de dados sintéticos/anonimizados para corrigir enviesamento) — decisão de ciência de dados e proteção de dados, não de engenharia de segurança.
AIA-5-1-cArt. 5.º, n.º 1, primeiro parágrafo, alínea c)Juízo de admissibilidade da finalidade (prática proibida) — qualificação jurídica e de produto; o Manual declara-o fora. Gancho genérico: Cap. 02 US-17 (obrigações legais mapeadas a requisitos).
AIA-5-1-dArt. 5.º, n.º 1, primeiro parágrafo, alínea d)Juízo de admissibilidade da finalidade (prática proibida) — qualificação jurídica e de produto; o Manual declara-o fora. Gancho genérico: Cap. 02 US-17 (obrigações legais mapeadas a requisitos).
AIA-5-1-fArt. 5.º, n.º 1, primeiro parágrafo, alínea f)Juízo de admissibilidade da finalidade (prática proibida) — qualificação jurídica e de produto; o Manual declara-o fora. Gancho genérico: Cap. 02 US-17 (obrigações legais mapeadas a requisitos).
AIA-5-1-gArt. 5.º, n.º 1, primeiro parágrafo, alínea g)Juízo de admissibilidade da finalidade (prática proibida) — qualificação jurídica e de produto; o Manual declara-o fora. Gancho genérico: Cap. 02 US-17 (obrigações legais mapeadas a requisitos).
AIA-5-1-hArt. 5.º, n.º 1, primeiro parágrafo, alínea h)Juízo de admissibilidade da finalidade (prática proibida) — qualificação jurídica e de produto; o Manual declara-o fora. Gancho genérico: Cap. 02 US-17 (obrigações legais mapeadas a requisitos).
AIA-5-1BArt. 5.º, n.º 1-BDisposição delimitadora de âmbito, definição ou qualificação jurídica; não cria dever de engenharia.
AIA-8-2Art. 8.º, n.º 2Conformidade integrada com legislação setorial do anexo I; plano da conformidade de produto.
AIA-9-1Art. 9.º, n.º 1O art. 9.º (sistema de gestão de riscos) fica fora de âmbito do Manual; a classificação e o threat model do Manual dão só evidência incidental.
AIA-9-2Art. 9.º, n.º 2O art. 9.º (sistema de gestão de riscos) fica fora de âmbito do Manual; a classificação e o threat model do Manual dão só evidência incidental.
AIA-9-4Art. 9.º, n.º 4O art. 9.º (sistema de gestão de riscos) fica fora de âmbito do Manual; a classificação e o threat model do Manual dão só evidência incidental.
AIA-9-5Art. 9.º, n.º 5O art. 9.º (sistema de gestão de riscos) fica fora de âmbito do Manual; a classificação e o threat model do Manual dão só evidência incidental.
AIA-9-6Art. 9.º, n.os 6-7O art. 9.º (sistema de gestão de riscos) fica fora de âmbito do Manual.
AIA-9-8Art. 9.º, n.º 8O art. 9.º (sistema de gestão de riscos) fica fora de âmbito do Manual.
AIA-9-9Art. 9.º, n.º 9O art. 9.º (sistema de gestão de riscos) fica fora de âmbito do Manual; a classificação e o threat model do Manual dão só evidência incidental.
AIA-9-10Art. 9.º, n.º 10Faculdade/presunção (não cria dever autónomo); plano da estratégia de conformidade.
AIA-10-1Art. 10.º, n.º 1A governação de dados de treino e a avaliação estatística de enviesamento (art. 10.º) ficam fora de âmbito do Manual; a proveniência e a integridade dos conjuntos de dados (DEP-011) dão só evidência incidental.
AIA-10-2Art. 10.º, n.º 2A governação de dados de treino e a avaliação estatística de enviesamento (art. 10.º) ficam fora de âmbito do Manual; a proveniência e a integridade dos conjuntos de dados (DEP-011) dão só evidência incidental.
AIA-10-3Art. 10.º, n.º 3A governação de dados de treino e a avaliação estatística de enviesamento (art. 10.º) ficam fora de âmbito do Manual; a proveniência e a integridade dos conjuntos de dados (DEP-011) dão só evidência incidental.
AIA-10-4Art. 10.º, n.º 4A governação de dados de treino e a avaliação estatística de enviesamento (art. 10.º) ficam fora de âmbito do Manual; a proveniência e a integridade dos conjuntos de dados (DEP-011) dão só evidência incidental.
AIA-10-6Art. 10.º, n.º 6A governação de dados de treino e a avaliação estatística de enviesamento (art. 10.º) ficam fora de âmbito do Manual; a proveniência e a integridade dos conjuntos de dados (DEP-011) dão só evidência incidental.
AIA-11-2Art. 11.º, n.º 2Documentação técnica única com legislação setorial do anexo I; organização documental da conformidade.
AIA-AnxIV-2-dAnexo IV, ponto 2, alínea dGovernação de dados de treino (art. 10.º) fora de âmbito do Manual; DEP-011 e a Política 39 §4 dão só evidência incidental.
AIA-AnxIV-5Anexo IV, ponto 5Sistema de gestão de riscos do art. 9.º fora de âmbito do Manual.
AIA-AnxIV-7Anexo IV, ponto 7Lista de normas harmonizadas/especificações comuns aplicadas: plano da conformidade.
AIA-AnxIV-8Anexo IV, ponto 8Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-12-3Art. 12.º, n.º 3As especificidades dos sistemas de identificação biométrica (anexo III, ponto 1: registos do art. 12.º, n.º 3, e verificação por duas pessoas do art. 14.º, n.º 5) ficam fora de âmbito do Manual; o desenvolvimento dessa aplicação segue o Manual como qualquer outra. A biometria como factor de autenticação pertence aos requisitos de autenticação (AUT-*).
AIA-14-5Art. 14.º, n.º 5As especificidades dos sistemas de identificação biométrica (anexo III, ponto 1: registos do art. 12.º, n.º 3, e verificação por duas pessoas do art. 14.º, n.º 5) ficam fora de âmbito do Manual; o desenvolvimento dessa aplicação segue o Manual como qualquer outra. A biometria como factor de autenticação pertence aos requisitos de autenticação (AUT-*).
AIA-16-bArt. 16.º, alínea b)Identificação do prestador no sistema/embalagem: rotulagem de produto, plano da conformidade.
AIA-16-cArt. 16.º, alínea c)O art. 17.º (sistema de gestão da qualidade) fica fora de âmbito do Manual; ver AIA-17-1-* para a evidência que o Manual fornece.
AIA-16-fArt. 16.º, alínea f)Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-16-gArt. 16.º, alínea g)Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-16-hArt. 16.º, alínea h)Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-16-iArt. 16.º, alínea i)Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-16-kArt. 16.º, alínea k)Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-16-lArt. 16.º, alínea l)Requisitos de acessibilidade (Diretivas 2016/2102 e 2019/882): qualidade de produto, fora de um manual de engenharia de segurança.
AIA-17-1-aArt. 17.º, n.º 1, alínea a)O art. 17.º (sistema de gestão da qualidade) fica fora de âmbito do Manual.
AIA-17-1-dArt. 17.º, n.º 1, alínea d)O art. 17.º (sistema de gestão da qualidade) fica fora de âmbito do Manual.
AIA-17-1-eArt. 17.º, n.º 1, alínea e)O art. 17.º (sistema de gestão da qualidade) fica fora de âmbito do Manual.
AIA-17-1-fArt. 17.º, n.º 1, alínea f)O art. 17.º (sistema de gestão da qualidade) fica fora de âmbito do Manual.
AIA-17-1-gArt. 17.º, n.º 1, alínea g)O art. 17.º (sistema de gestão da qualidade) fica fora de âmbito do Manual.
AIA-17-1-hArt. 17.º, n.º 1, alínea h)O art. 17.º (sistema de gestão da qualidade) fica fora de âmbito do Manual. O plano do art. 72.º está em CTX-AIA-RE-R04.
AIA-17-1-jArt. 17.º, n.º 1, alínea j)O art. 17.º (sistema de gestão da qualidade) fica fora de âmbito do Manual.
AIA-17-1-lArt. 17.º, n.º 1, alínea l)O art. 17.º (sistema de gestão da qualidade) fica fora de âmbito do Manual.
AIA-17-3-4Art. 17.º, n.os 3 e 4Faculdade/presunção (não cria dever autónomo); plano da estratégia de conformidade.
AIA-21-1Art. 21.º, n.º 1Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-22-1Art. 22.º, n.os 1-2Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-22-3Art. 22.º, n.º 3Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-22-4Art. 22.º, n.º 4Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-23-1Art. 23.º, n.º 1Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-23-2Art. 23.º, n.º 2Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-23-3Art. 23.º, n.º 3Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-23-4Art. 23.º, n.º 4Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-23-5Art. 23.º, n.º 5Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-23-6Art. 23.º, n.º 6Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-23-7Art. 23.º, n.º 7Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-24-1Art. 24.º, n.º 1Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-24-2Art. 24.º, n.º 2Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-24-3Art. 24.º, n.º 3Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-24-4Art. 24.º, n.º 4Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-24-5Art. 24.º, n.º 5Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-24-6Art. 24.º, n.º 6Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-25-1Art. 25.º, n.º 1Qualificação jurídica de quem se torna prestador.
AIA-25-3Art. 25.º, n.º 3Disposição delimitadora de âmbito, definição ou qualificação jurídica; não cria dever de engenharia.
AIA-25-5Art. 25.º, n.º 5Disposição delimitadora de âmbito, definição ou qualificação jurídica; não cria dever de engenharia.
AIA-26-7Art. 26.º, n.º 7Informação e consulta de trabalhadores: direito do trabalho/RH.
AIA-26-8Art. 26.º, n.º 8Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-26-10Art. 26.º, n.º 10Autorização judicial/administrativa para biometria em diferido para aplicação da lei; plano jurídico.
AIA-26-12Art. 26.º, n.º 12Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-27-3Art. 27.º, n.º 3Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-41-5Art. 41.º, n.º 5Justificação de soluções alternativas a especificações comuns: plano da conformidade.
AIA-42-1Art. 42.º, n.º 1Faculdade/presunção (não cria dever autónomo); plano da estratégia de conformidade.
AIA-42-2Art. 42.º, n.º 2Faculdade/presunção (não cria dever autónomo); plano da estratégia de conformidade.
AIA-43-1Art. 43.º, n.º 1Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-43-2Art. 43.º, n.º 2Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-43-3Art. 43.º, n.º 3Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-47-1Art. 47.º, n.º 1Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-47-2Art. 47.º, n.º 2Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-47-3Art. 47.º, n.º 3Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-47-4Art. 47.º, n.º 4Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-AnxVAnexo VPlano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-48-2Art. 48.º, n.º 2Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»). A implementação técnica da marcação CE digital é trivial face ao dever.
AIA-48-3Art. 48.º, n.os 3-5Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-49-1Art. 49.º, n.º 1Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-49-2Art. 49.º, n.º 2Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-49-3Art. 49.º, n.º 3Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-49-4Art. 49.º, n.º 4Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-49-5Art. 49.º, n.º 5Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-AnxVIII-AAnexo VIII, secção APlano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-AnxVIII-BAnexo VIII, secção BPlano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-AnxVIII-CAnexo VIII, secção CPlano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-AnxVII-3Anexo VII, pontos 3.1, 3.3, 3.4Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-AnxVII-5Anexo VII, ponto 5.2Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-AnxIII-1Anexo III, ponto 1Definição dos casos de uso de risco elevado (qualificação jurídica); o Manual recebe o resultado pela declaração do contexto CTX-AIA-RE (AIA-6-2-3).
AIA-AnxIII-2Anexo III, ponto 2Definição dos casos de uso de risco elevado (qualificação jurídica); o Manual recebe o resultado pela declaração do contexto CTX-AIA-RE (AIA-6-2-3).
AIA-AnxIII-3Anexo III, ponto 3Definição dos casos de uso de risco elevado (qualificação jurídica); o Manual recebe o resultado pela declaração do contexto CTX-AIA-RE (AIA-6-2-3).
AIA-AnxIII-4Anexo III, ponto 4Definição dos casos de uso de risco elevado (qualificação jurídica); o Manual recebe o resultado pela declaração do contexto CTX-AIA-RE (AIA-6-2-3).
AIA-AnxIII-5Anexo III, ponto 5Definição dos casos de uso de risco elevado (qualificação jurídica); o Manual recebe o resultado pela declaração do contexto CTX-AIA-RE (AIA-6-2-3).
AIA-AnxIII-6Anexo III, ponto 6Definição dos casos de uso de risco elevado (qualificação jurídica); o Manual recebe o resultado pela declaração do contexto CTX-AIA-RE (AIA-6-2-3).
AIA-AnxIII-7Anexo III, ponto 7Definição dos casos de uso de risco elevado (qualificação jurídica); o Manual recebe o resultado pela declaração do contexto CTX-AIA-RE (AIA-6-2-3).
AIA-AnxIII-8Anexo III, ponto 8Definição dos casos de uso de risco elevado (qualificação jurídica); o Manual recebe o resultado pela declaração do contexto CTX-AIA-RE (AIA-6-2-3).
AIA-50-4-bArt. 50.º, n.º 4, segundo parágrafoDivulgação de texto gerado por IA publicado sobre interesse público, com exceção de controlo editorial: processo editorial do responsável pela implantação.
AIA-52-1Art. 52.º, n.os 1-2Obrigação do prestador de modelo GPAI perante a Comissão/Serviço para a IA; plano jurídico e de domínio de IA. O Manual trata o lado do consumidor de GPAI (DEP-014, Política 33 §10.6).
AIA-53-1-cArt. 53.º, n.º 1, alínea c)Política de direitos de autor/opt-out TDM: plano jurídico.
AIA-53-1-dArt. 53.º, n.º 1, alínea d)Resumo público dos conteúdos de treino segundo modelo do Serviço para a IA: plano jurídico/domínio de IA.
AIA-53-3Art. 53.º, n.º 3Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-53-4Art. 53.º, n.º 4Faculdade/presunção (não cria dever autónomo); plano da estratégia de conformidade.
AIA-54-1Art. 54.º, n.os 1-2Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-54-3Art. 54.º, n.os 3-5Dever de outro operador económico (importador/distribuidor/mandatário), não do processo de engenharia do prestador ou do responsável pela implantação.
AIA-55-2Art. 55.º, n.º 2Faculdade/presunção (não cria dever autónomo); plano da estratégia de conformidade.
AIA-91-5Art. 91.º, n.º 5Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-92-5Art. 92.º, n.os 3 e 5Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-57-12Art. 57.º, n.º 12Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-60-4Art. 60.º, n.º 4Condições regulamentares da testagem em condições reais (plano aprovado, registo, consentimento): plano jurídico.
AIA-60-9Art. 60.º, n.º 9Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-61-1Art. 61.ºConsentimento informado dos participantes: plano jurídico/ético.
AIA-72-4Art. 72.º, n.º 4Faculdade/presunção (não cria dever autónomo); plano da estratégia de conformidade.
AIA-73-9-10Art. 73.º, n.os 9-10Disposição delimitadora de âmbito, definição ou qualificação jurídica; não cria dever de engenharia.
AIA-75-1EArt. 75.º, n.º 1-E, segundo parágrafoRelação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-75c-3Art. 75.º-C, n.º 3Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-80-4Art. 80.º, n.os 4, 5 e 7Reclassificação pela autoridade e sanção por classificação errada: plano jurídico.
AIA-83-1Art. 83.º, n.º 1Plano da avaliação da conformidade/mercado (declaração UE, marcação CE, organismos notificados, registo na base de dados da UE); fora de um manual de engenharia de segurança — o cross-check do próprio Manual declara-o fora («não substitui»).
AIA-87Art. 87.ºCanais de denúncia (Diretiva 2019/1937): RH/jurídico.
AIA-99-3Art. 99.º, n.º 3Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-99-4Art. 99.º, n.º 4Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-99-5Art. 99.º, n.º 5Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-101-1Art. 101.º, n.º 1Relação com autoridades / regime sancionatório; plano jurídico, não de engenharia.
AIA-111-2Art. 111.º, n.º 2Disposição delimitadora de âmbito, definição ou qualificação jurídica; não cria dever de engenharia.
AIA-111-3Art. 111.º, n.º 3Disposição delimitadora de âmbito, definição ou qualificação jurídica; não cria dever de engenharia.
AIA-113-3Art. 113.º, terceiro parágrafoDisposição delimitadora de âmbito, definição ou qualificação jurídica; não cria dever de engenharia.